Exposições

KEY

Key Imaguire

O arquiteto, professor e colecionador de quadrinhos Key Imaguire Júnior, homenageado desta edição, é uma figura histórica de Curitiba. Foi professor da Universidade Federal do Paraná e dedicou parte da sua vida profissional à pesquisa da arquitetura sob o viés cultural. A exposição reuniu recortes de jornais com fotos, entrevistas, artigos e perfis que dialogam com seus interesses, e também cartuns fotográficos, fotonovelas e objetos cartunescos de sua autoria.

 

CIDADE DE SANGUE: QUADRINHOS A FERRO E FOGO

Julio Shimamoto

Julio Shimamoto é uma lenda dos quadrinhos brasileiros, com uma carreira que ultrapassa cinco décadas marcadas por diversidade e experimentação. Em 2018, lançou CIDADE DE SANGUE, seu mais recente álbum, completamente desenhado com maçarico e ferro de solda sobre papel térmico. Na exposição Quadrinhos a Ferro e Fogo, tivemos a oportunidade de acompanhar todo seu peculiar processo criativo – caso único no mundo das HQs.

 

CIDADE NANQUIM

Guazzelli

Cidade Nanquim é uma cidade imaginária que cresce, dia a dia, há quase 30 anos. Ao desenhar, Guazzelli dá vida a uma cidade imensa e rica em detalhes. Este trabalho tem sido desenvolvido em módulos de folhas A4, que são montadas como um outdoor, distribuídas em quatro tiras horizontais. O desenho de Guazzelli tem hoje aproximadamente 30 metros de comprimento por um metro de altura. Cada módulo é desenhado em nanquim sobre papel, sem esboço prévio.

 

SONHAR CURITIBA

Exposição Coletiva

Seguindo o tema desta edição, “A Cidade em Quadrinhos”, nossos artistas foram convidados para um desafio e uma reflexão: que cidade imaginam para o futuro? O resultado dessa observação crítica pode ser apreciado em obras de tamanhos e técnicas diversas, como grafite, colagem, ilustração e em meio digital.

 

OLHAR A CIDADE

Residência Sesi Bienal

As obras expostas são o resultado do processo criativo proposto na Residência SESI-Bienal. Guazzelli resgatou lembranças da infância em Vacaria (RS) e as transportou para Curitiba, seja em momentos já vividos na capital paranaense ou buscando estas memórias no cenário das casas de madeira. Luli Penna embarcou num ônibus para perceber a cidade em movimento. Quintanilha redescobriu a Art Déco esquecida pelo tempo e pelas gestões públicas. Guilherme Caldas é o nosso “batedor”, aquele que percorreu a cidade de bicicleta, de norte a sul, de leste a oeste. Uma Curitiba vista pelos olhos e traços dos artistas convidados: Marcello Quintanilha, Luli Penna, Guazzelli e Guilherme Caldas.

 

FACHADAS

Rafael Sica

A exposição apresentou os desenhos de Rafael Sica, cronista do cotidiano e da sociedade. Seu trabalho é silencioso, mas permeado de sutilezas, humor e significados. Fachadas é uma série sobre uma cidade que existe. Ou, então, é uma série sobre uma pequena cidade dentro de uma grande cidade. Ou é uma série sobres as casas de uma rua mal iluminada. Ou, enfim, Fachadas é uma série sobre uma cidade imaginária.

 

MÚSICA PARA ANTROPOMORFOS

Fabio Zimbres

Música para Antropomorfos é o título da parceria entre o ícone do quadrinho alternativo brasileiro Fabio Zimbres e a banda de rock Mechanics. Lançado em 2007 como um disco-livro, o projeto teve desde então diversos desdobramentos: shows, performances, trilha sonora, livro teórico e mesmo um curta-metragem em desenho animado. A exposição homônima é uma releitura feita por Zimbres dos 15 capítulos/ músicas que compõem a obra original – que acaba de ganhar nova edição pela Zarabatana Books.

 

CASTANHA DO PARÁ

Gidalti Jr

Obra vencedora do 59º Prêmio Jabuti, a mais importante premiação literária do Brasil. O romance gráfico Castanha do Pará reconta, em forma de fábula, uma situação cada vez mais comum nos dias de hoje: Castanha é um menino-urubu que vive suas aventuras pelos cenários do tradicional mercado público Ver-o-Peso, em Belém. Mora sob o céu aberto e sobrevive dos furtos e das migalhas de atenção que sobram do mundo ao seu redor. O romance gráfico de estreia de Gidalti Moura Jr. abusa da expressividade na pintura para dar vida a este conto urbano, criando uma visão lúdica e ritmada para a poesia da dura realidade.

CUMBE

D’Salete

Em Cumbe, obra vencedora do Prêmio Eisner 2018, Marcelo D’Salete retrata a luta dos negros no Brasil colonial contra a escravidão. A exposição apresenta histórias protagonizadas por escravos, mostrando a resistência contra a violência generalizada a que eram submetidos, e o sonho da liberdade. Cumbe, a palavra em banto, espécie de língua ancestral africana, é rica em sentidos: compreende o Sol, o dia, a luz, o fogo e a maneira de entender a vida e o mundo.

ANGOLA JANGA

D’Salete

D’Salete Angola Janga, “pequena Angola” ou, como dizem os livros de história, Palmares. Por mais de cem anos, foi como um reino africano dentro da América do Sul. Formada no fim do século XVI, em Pernambuco, a partir dos mocambos criados por fugitivos da escravidão, Angola Janga cresceu, organizou-se e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. O álbum de Marcelo D’Salete é uma espécie de narrativa épica sobre o tema, debruçada na memória coletiva do que restou e no legado dos que por lá passaram.

 

BIENAL PUBLICA!

A Cidade em Quadrinhos

Exibição das obras dos autores paranaenses que foram selecionadas pelo editor Fabio Zimbres na segunda edição do Bienal Publica! seguindo o tema “A Cidade nas HQs”. A exposição apresentou desenhos, poesia, roteiros e outras formas de interpretação do tema proposto para a publicação.

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QUINTANILHA

Marcello Quintanilha

Marcello Quintanilha (Niterói, RJ) se notabilizou por resgatar uma particular iconografia eminentemente brasileira, referenciada no cinema, imprensa e fotojornalismo para os quadrinhos. Dono de um traço de base hiperrealista, o autor explora, em sua obra, as diversas facetas do ser humano e sua relação com o mundo que o cerca. Radicado em Barcelona, Quintanilha venceu, em 2016, o prêmio Angoulême por “Tungstênio” (Editora Veneta).

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